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Redemption

Muito sobre nada! Ou nada sobre muito! Depende sempre da perspectiva de quem lê!!!!

Redemption

Anda tudo doido?

Faço por andar longe das polémicas que giram pelo facebook, principalmente porque gosto de manter a minha sanidade mental em boas condições!

Como é raro por lá andar vou sabendo sobre as polémicas pelas colegas de trabalho que, dia a dia, insistem em me meter a par dos importantes problemas que grassam na nossa sociedade e que são plasmados no facebook.

Nunca tivemos tantas pessoas interessadas pela vida alheia, nunca tivemos tantos comentadores de bancada, todos com a razão do seu lado, nunca tivemos tantos ofendidos e principalmente nunca tivemos tantas pessoas com argumentos de peso, com argumentos técnicos e cientificamente comprovados por outras noticias do facebook, claro!

Acredito que 99% das pessoas que emitem opiniões no facebook nunca leram um estudo cientifico sobre o assunto que debatem tão energeticamente pelas redes sociais!

Agora somos todos cientistas, médicos, advogados, especialistas em algo e principalmente somos todos moralistas sobre os assuntos que, na maior parte dos casos não nos dizem respeito!

Todos temos uma opinião sobre tudo e queremos vociferar essa opinião alto e a bom som.

Comentamos comentários já por si comentados por comentadores que comentaram outros comentários!

E andamos assim em círculos, armados em moralistas sobre a vida dos outros, não contribuindo para a solução!

Por isso, digo e repito...anda tudo doido!!!

 

 

 

Leituras 2020 #2

Já vos disse que adoro ir a uma loja e encontrar bons livros em promoção?

Fico em êxtase, louca mesmo! 

Desta vez encontrei 2 livros na Fnac a metade do preço!

O escritor é o James Patterson e os seus livros com o personagem Alex Cross são seus romances mais populares e mais vendidos sobre detetives dos Estados Unidos nos últimos dez anos. Patterson escreveu 130 livros em 38 anos. Os romances estiveram 19 vezes consecutivas como Best-Sellers, segundo o jornal The New York Times, e detém o recorde do jornal The New York Times por ter os títulos de ficção de capa dura mais vendido por um único autor, num total de 63, que é também um recorde mundial. Os romances representam um em cada 17 romances de capa dura vendidos nos Estados Unidos e nos últimos anos seus romances já venderam mais cópias do que os de Stephen King, John Grisham e Dan Brown juntos.

(Toda a informação sobre o escritor retirada daqui https://pt.wikipedia.org/wiki/James_Patterson )

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Estes livros giram em torno da personagem Alex Cross, que para muitos é o melhor detetive do mundo, um psicólogo forense, que anteriormente trabalhou no Departamento de Polícia de Washington e no FBI, mas que agora trabalha como consultor de psicologia para o governo.

 

SINOPSE do livro "ALEX CROSS"

Alex Cross era uma estrela em ascensão na Polícia de Washington DC quando um desconhecido assassinou a sua mulher, Maria, à sua frente.
Anos mais tarde, Alex deixou as forças de segurança e regressou à carreira de psicólogo, revelando-se um bem-sucedido escritor de livros policiais. A vida com a sua avó, Nana Mama, e os filhos Damon, Jannie e o pequeno Alex parece correr na perfeição, e o detetive admite mesmo viver um novo amor.
É nesta fase que John Sampson, o seu antigo parceiro na Polícia, lhe pede ajuda para capturar um perigoso criminoso. Cross regressa então à ação, sem saber que se prepara para enfrentar o assassino da sua própria mulher.
Tem início a busca pelo homicida mais astuto e psicótico que jamais enfrentou, que o vai empurrar perigosamente para o ponto de rutura.

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A minha opinião:

É um livro que se lê rapidamente,  não só por ter capítulos curtos mas também porque a história cativa e não somos capazes de parar de o ler. Os acontecimentos sucedem-se a uma velocidade vertiginosa e não há pormenores desnecessários que só iam "desgrudar" o leitor e baixar o nível de adrenalina.
O assassino que Alex Cross persegue, o Carniceir, é louco, só pode ser. Ninguém no seu perfeito juízo consegue ser assim tão mau, mesmo tendo em conta a sua infância de tal modo traumatizante, que até chegamos a ter pena dele e que nos permite entender algumas das suas atitudes. Mas os momentos de fraqueza do leitor são curtos, porque, de imediato, ele faz algo de tão repugnante que é impossível não o odiar! Assassino profissional a soldo, não se limita a executar os seus contratos e receber o pagamento. A sua raiva é tal que, nos intervalos, dedica-se a assaltos, violações, assassínios, desmembramentos e nunca se esquece de fazer umas fotos, como simples recordação.
Este livro é o 12º volume da série original, mas não achei qualquer inconveniente ou necessidade de ler os anteriores (apesar de ter ficado com o bichinho). As referências ao passado são suficientes para entender o que levou Alex Cross a desejar tanto a morte deste assassino. 

Classificação: 

Filmes #1

Ontem fui ao cinema ver "Jojo Rabbit", dirigido por Taika Waititi. 

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A premissa do filme é feita a partir de um garoto alemão de 10 anos, defensor ferrenho do nazismo e que tem Adolf Hitler como amigo imaginário, um solitário quase sem amigos.

Ele vive numa cidade tipicamente alemã durante a Segunda Guerra Mundial, com direito a cartazes com a suástica espalhados por todos os cantos. Convocado para um fim de semana de treinamento em um acampamento, Jojo está pronto para virar um homem. Lá, deve aprender a queimar livros e matar judeus, como "todo bom pequeno nazista" - palavras do filme, é bom salientar.

Esta triste realidade bem conhecida de todos nós, é ridicularizada com mestria pelo diretor Taika Waititi, encarnando ele próprio na personagem de Adolf Hitler, um Hitler pra lá de exagerado e burlesco, vociferando absurdos típicos de sua ideologia sempre em tom histérico. Funciona, e muito bem. Este filme é a prova de que é possível fazer piada em cima de temas sérios, como a Segunda Guerra Mundial.

Achei um filme divertido mas principalmente enternecedor, completamente rendida a Jojo que nos altos dos seus 10 anos vê inicialmente o mundo como lhe mandam ver mas aos poucos vai abrindo os olhos para a realidade que o rodeia.

Bons filmes!

Leituras 2020 #1

Quem me seguia e segue sabe de certeza que ler é um dos meus hobbies preferidos!

Podem passar anos mas esta paixão permanece.

O 1.º livro que li em 2020 é "Os três", da Sarah Lotz.

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SINOPSE

O dia que nunca será esquecido.
O dia em que há quatro acidentes de avião, em simultâneo, em diferentes pontos do globo.
E três crianças sobreviveram.

O mundo vive atordoado com a trágica coincidência. À beira do pânico global, as autoridades são pressionadas a encontrar as causas que motivaram os acidentes. Com terrorismo e desastres ambientais fora da equação, não parece haver uma correlação lógica, tirando o facto de ter havido uma criança sobrevivente em três dos quatro acidentes.
Intituladas Os Três pela imprensa internacional, as crianças exibem distúrbios de comportamento, presumivelmente causados pelo horror que viveram e pela pressão da comunicação social. Esta pressão torna-se ainda mais intrusiva quando um culto religioso liderado por um ministro fanático insiste que as crianças são três dos quatro profetas do Apocalipse. E se, para mal de toda a Humanidade, ele tiver razão?

A minha opinião:

O teor deste livro foge um bocado ao tipo de livro que gosto de ler (essencialmente policiais), mas resolvi dar uma oportunidade a outras leituras.

E devo dizer que não fiquei dececionada! A estrutura do livro é diferente. Estamos perante um livro dentro do livro! A história é um misto de fantasia e terror! Sarah Lotz faz uso de diferentes formatos de história oral, escrevendo um livro dentro do livro assinado pela jornalista Elspeth Martins: “Quinta-Feira Negra – da queda à conspiração”, um relato não ficcional sobre a tragédia. Ela usa uma mistura de entrevistas, recortes de jornal, uma biografia inacabada e a publicação de mensagens trocadas online entre amigos das vítimas, para atingir o climaz da história.

O dia 12 de Janeiro de 2012 ficará para sempre conhecido como a quinta-feira negra. Praticamente em simultâneo, quatro acidentes de avião têm lugar em quatro diferentes pontos do globo. O mundo fica atordoado com a trágica coincidência, exigindo que as autoridades encontrem as causas que motivaram os acidentes. Com o terrorismo e os desastres ambientais fora da equação, não parece haver uma explicação ou causa que pareça fazer sentido, para além do facto de ter havido uma criança sobrevivente em três dos quatro acidentes. 

Intituladas de Os Três pela imprensa internacional, as crianças apresentam alguns distúrbios comportamentais, presumivelmente causados pelo horror que experienciaram e a insana pressão exercida pela comunicação social. Pressão essa que se torna ainda mais intrusiva quando um culto religioso, liderado por um fanático, insiste que as crianças são três dos quatro profetas do Apocalipse, dando início às buscas da quarta criança. A verdade, porém, parece estar muito longe da palavra de Deus.

Apresentando um olhar irónico do mundo, preso à vontade de acreditar em algo de grandioso, Sarah Lotz oferece ao leitor um thriller que, para lá de uma clara provocação – ao jornalismo, à religião, à ideia de Humanidade -, é também um acelerador natural da tensão arterial.

Classificação

 

 

Tão bom e saboroso!

Se passarem por Vila Real há um novo estaminé para experimentar...o " Montes de Hambúrgueres"!

Aconselho vivamente!

Atendimento simpático, ementas super giras e uma grande variedade de hambúrgueres para experimentar! 

Eu optei pelo hambúrguer de frango em bolo de caco e o marido pelo hambúrguer de vitela 200gr com presunto (na versão sem pão!

Estavam os dois muito saborosos.

Vêm acompanhados com a bela da batata frita e um molho à nossa escolha! Escolhi o de iogurte e não fiquei desiludida! 

Para beber pedimos uma limonada e um sumo de laranja natural!

Para finalizar resolvemos patilhar um cheesecake divinal! De chorar e pedir por mais! 

Fiquei a pensar nas outras sobremesas...como a mousse de oreo...mas ficará para uma proxima!

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